quarta-feira, 8 de junho de 2011

Consideração

O problema e te ver quem dera seria pessoalmente, mas ver você ali artificialmente  e seu coração gritando; fala com ele... E você se perguntando, será que vale a pena prosseguir? Sabendo que a conversa ia chegar ao ponto, do famoso "assunto sério" e as borboletas só começa a se manifestar quando o narrador da minha cabeça, que era eu mesma não sabia responder as perguntas que você mesmo fazia, e eu falava pra mim mesma, Natália você pensa demais! Vai lá! Como se não aguentasse dormir sem uma desatenção, lá ia ela se entregar denovo, com nenhuma resposta sobre mim mesma na mão. Com tom de angústia nunca começava serenamente, não, isso não faz parte dela. Todo o discurso pronto em dizer apenas a verdade. Mas o seu narrador perguntava mas qual era a verdade? Então apenas seguia o que vinha no seu coração. Medo, raiva, desatenção. Será que ele não acredita? Será como ele conseguir mudar tanto? Ele podia me ensinar, não é? Mas eu juro pra mim mesma que sempre fui sincera, sim... eu sabia o que eu queria. E o que eu queria? Era viver... viver como naqueles filmes de romance que você conhece seu príncipe, e se for dar certo, ah.. por favor! A vida dava um jeito nisso. Pra que se preocupar tanto?! Como achei em uma frase aí, já tive muitos critérios hoje tenho só delírios e dele quero viver. Quando eu te via naquele encontro de luz, tá confesso que eu sabia que você me olhava porém me perguntava se era pra mim mesmo e meu narrador impercebível começava a analisar. Naquele momento não queria apaixonites, só queria curtir... ver meus amigos sorrindo, dançar, curtir, e quem sabe por acaso de uma força maior te ver mas perto ou quem sabe no "eu te vejo, eu te vejo" eu te ver! E assim foi, deserpecebidos pelas ambas partes. Até que foi momento dos três dias de luz se estender por cada canto que participava da concafras e você lembra das borboletas no estomago? Elas fazem muito sentindo neste momento do contexto que vieram com muita intensidade, por força maior, força do acaso ou mesmo força do nada eu te via ali, na minha frente comprando algo insignificante pra todo mundo que estava ali mas pra mim não, o meu narrador não deixava nada despercebido ele analisou tudo, seu psicológico, seu físico. Como se conhecesse aquela pessoa muito o que não era normal de fazer perguntei da onde era, mas pra que? Meu narrador perguntava, vai mudar algo? Mas quem disse que sou um poço de serenidade? Diferente dele que transmitia tremenda serenidade, com um sorriso que abria o mundo e vários horizontes era como se você tivesse no seu lugar preferido na imaginação sabe? Essas delicadezas em detalhes que ninguém percebe. E a loucura de fazer tudo no extremos falo mas alto, com um meio sorriso é um peito estufado eu disse pra ele: "Participa!?" e como se não quisesse nada foi como se entregasse um buque de flor, uma vaga de medicina na faculdade. Foi simplismente pela loucura de não acabar assim. Seu nome no msn era seguido de (L), sua ligação, meu jeito de dizerrrrrr porrrrta, e meu meio sorriso que ainda insistia em ficar sempre quando recebia uma msg sua logo de manhã. Seu jeito mocinho de fazer tudo certo. Era como se você me fizesse esquecer as dores do passado e curtir uma musica das minhas trilhas sonoras preferidas. Os dias passaram e como tudo se move, meu narrador foi mudando de história e eu prosseguia como um rio, que levava tudo que estava passando. A Natália sem respostas das suas perguntas, foi criando novas perguntas e tentando achar novas respostas. Como eu digo, e digo, e digo meu final feliz ainda não foi dessa vez, então aceitei sua consideração, pequena e responsável pelo o que eu cativei, foi como se eu aceitasse você virar as costas pra mim e no na garganta me fez engolir. Que pouco a pouco foi constituído em pedacinhos  Eu aceito, aceito por você mesmo disse: "Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas" E eu continuo, eu sou responsavél pela minha rosa...

Procura por mim.

E depois de tantas vezes dizendo a mesma coisa; Dessa vez eu aprendo, agora vai ser diferente, vou mudar. Em um cinco minuto de aprovação, você joga tudo por alto e começa a fazer seu jogo e seu jogo aonde não existe o medo de se arrepender, onde não existe o amanhã que a pessoa está do outro lado da tela com olhos brilhando (como você) lendo o que você escreve. PRONTO. os cinco minutos acabaram, e como se tudo ao redor voltasse ao normal e você percebe que não, essa não é sua história com final feliz. A esperança ainda consiste em ficar vai mudando de um minuto ao outro minuto. Ainda mais você que vive se queixando das dores de cutuvelo sempre é a primeira a encher o peito e dizer, por isso eu não sofro. Realmente eu tava ligada, ao que suas amigas dizem até ouvia mas lá no fundo o que realmente sempre importou foi que você sentiu, por isso vive dizendo.... Me deixa, deixa eu arrepender! Você ouvia dizer que a vida sempre foi tão chata, mas a minha não e chata, sim, estava chata mas não era. Sempre procurando o quanto cabe no seu coração, até onde ele suporta. Sempre vivendo ao extremos. Felicidade demais, triste demais. O pior, por pouca coisa. Natália,eu te digo e vai pra mim mesma, dessa vez eu mudo!