quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Ouvir?

Estava ouvindo aquela música: "Entre tantos barcos estamos nós a navegar num oceano dá existencia e a vela sempre a soprar..."  essa frase fico na minha cabeça com aquelas musiquinhas chatas sabe? Mas ao contrário dessa me fazia descifrar, numa frase tão ingênua. Comecei então vamos dizer "filosofar" o que somos nós em mundo? O que andamos fazendo para se destancar? É isso tras consequência boas ou ruim? E esse seu modo de destacar prejudica alguém? Tá ok, estou parecendo aquelas pessoas chatas, criticas, questionadoras... Até me considero mesmo, uma super chata ou então super inteligente de querer me melhorar, mas melhorar envoluído com meu próximo não deixando ninguem pra trás.
Ando pelas as ruas, e logo meu narrador começa a analisar pessoas, o jeito que me olham, como conversam entre outras pessoa, qual é o assunto... Me surpreendo com certos gestos tão sutil, como por exemplo o de ouvir. Sabe aquelas pessoas que sempre deixa a outra ter razão? Mas por qual motivo? Nenhum. Ela está certa e evoluída o bastante pra entender que ouvir é um dom, uma qualidade ou seilá o que você considerar. Todos querem falar, vivemos sempre pensando que falar mais alto e sinomino de respeito. E quando temos a caridade de ouvir alguém falar muitas vezes não respeitamos porque julgamos que já sabemos daquilo, que aquela opnião já e antiga ou somos superior a tal pessoa e não devemos nós rebaixar dando ouvidos pois tenho uma idéia fixa temos um palpite melhor. Tem uma frase que eu gosto muito de Alberto Caeiro: “Não é bastante ter ouvidos para se ouvir o que é dito. É preciso também que haja silêncio dentro da alma."

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Que seja doce

Eu nunca aceitei que fosse tudo simples, tudo de imedianto, tudo sempre calculado. Eu gosto daquilo que e inesperado, daquilo que não e programado. Gosto da surpresa, do momento. Por esse motivo sempre quis entender essa minha loucura de nunca se contentar, sempre procurando mais e mais. Não conseguia seguir do começo, meio e fim. Minha vida sempre foi confuso, o inicío, meio e fim pra mim sempre foi muito regular, muito certinho. 
Mas a vida, como sempre (e do jeito que eu gosto) sempre dá um jeito de mostrar que o certo que eu posso achar certo não é... Me mostrando mais uma vez sua ausência, a falta que você me faz, nós pensamentos, nas conversas e quem sabe até nas brigas. Quantas vezes disse pra mim não fazer isso comigo, um amor assim, pode não ser legal mas você, seu sorriso insiste em me seguir. Começava a perceber que te amava bem mais que eu permitia sentir, amar, essa frase para mim sempre foi muito forte para de dizer a alguém. Mas, simplesmente era isso. Você a pessoa que eu ainda não vejo, que faço planos mas logo desisto. Você responsável pela minha cara de boba aqui de trás dessa tela que me deixa tão distante de você, você o motivo da minha melancolia, da minha raiva, da minha imensa saudade de conhecer. Saudade de conhecer? Sim, saudade de ver você de perto denovo, de sentir seu cheiro e de fazer milhares e milhares de planos mesmo que não possa se realizar. Isso que me motivaria sentir aos poucos as coisas acontecer aquela saudade mal resolvida, conhecer os seus segredos, aceitar seus defeitos e começar a fazer planos do seu lado. Você sentindo meu cheiro, e eu tão atenta nos carinhos na sua mão de arrepiar o corpo inteiro e sentir o coração do outro. Daquele gostar, daquele movimento, daquele sorriso no rosto, daquele rosto que não faz sentido. Que é uma delícia pra mim. Me permitir entregar denovo dizer palavras apaixonadas, e pensar que dessa vez não vou sofreviver de tanta desatenção ou de tanta saudade. Não querer ter mais calma e não esperar mas para te ver. Ouvir você dizer, que tá tudo errado mas que ainda sim me quer.